28 de fevereiro de 2026
MP do Amazonas nega análise para enviar Patixa Teló a casa de acolhimento
Por: Portal Leo Dias, Heloísa Cipriano
O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) negou, nesta sexta-feira (27/2), que esteja avaliando o encaminhamento da influenciadora Patixa Teló para uma casa de acolhimento. A informação foi divulgada após vídeos atribuídos a Carlinhos Maia nas redes sociais indicarem que a criadora de conteúdo poderia ser afastada do convívio social por decisão judicial.
Em nota enviada à imprensa, o MPAM, por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis (CAO-Cível), afirmou que “não procede a informação” de que o órgão esteja analisando a medida e destacou que, em nenhum momento, houve pedido de constrição da liberdade da influenciadora. O órgão também esclareceu que não manteve diálogo ou qualquer tratativa com influenciadores digitais sobre o caso.
A repercussão começou após declarações divulgadas por pessoas próximas à influenciadora, sugerindo que ela poderia ser encaminhada a uma instituição de acolhimento. Em um dos vídeos que circularam nas redes, Patixa afirma que “o juiz chegou aqui para me levar”, o que gerou forte mobilização entre seguidores e dividiu opiniões online.
Diante da viralização do caso, o debate se intensificou sobre eventual vulnerabilidade e necessidade de acompanhamento. Porém, o MP reforçou que o processo citado tramita sob sigilo judicial, o que impede a divulgação de detalhes adicionais. O órgão reiterou ainda que sua atuação, quando envolve pessoas em situação de vulnerabilidade, tem como objetivo proteger direitos e garantir dignidade e autonomia, conforme prevê a legislação.
Patixa Teló se tornou conhecida nas redes sociais por vídeos espontâneos e bem-humorados, acumulando milhares de seguidores e participações em conteúdos com outros influenciadores. Nos últimos dias, a discussão em torno de sua exposição e da forma como é abordada pelo público também passou a fazer parte do debate virtual.
Com a manifestação oficial do Ministério Público do Amazonas, a informação sobre um suposto encaminhamento compulsório perde força. Até o momento, não há decisão pública que determine qualquer medida de acolhimento institucional envolvendo a influenciadora.
Leia a nota do órgão na íntegra:
NOTA À IMPRENSA
Em relação às notícias que circulam sobre a influenciadora Patixa Teló, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis (CAO-Cível), esclarece que não procede a informação de que este órgão esteja analisando o seu encaminhamento para uma casa de acolhimento, ressaltando que, em nenhum momento, houve qualquer pedido de constrição da liberdade da influenciadora por parte deste Ministério Público.
O processo em questão tramita sob sigilo judicial, razão pela qual detalhes adicionais não podem ser fornecidos, e reitera-se que esta instituição não manteve qualquer diálogo ou tratativa com influenciadores digitais sobre o tema.
Cabe destacar que o Ministério Público, em se tratando de pessoas em situação de vulnerabilidade, sempre atuará para proteger e garantir os direitos e interesses dessas pessoas, resguardando sua dignidade e autonomia, em conformidade com a legislação vigente.
Elvis Chaves
Chefe de Comunicação do MPAM